Nerd Pai D'égua

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Nerd Pai d’égua + BelJogos

Fala galera,

Começa aqui uma parceria com o grupo BelJogos para a publicação dos relatos sobre o desenvolvimento de jogos produzidos por alguns paraenses bem pai d’éguas. Nestes textos, o desenvolvedor de jogos digitais conta sobre o período de produção da peça multimídia, as ideias iniciais para realização do jogo, quais caminhos foram escolhidos, concepção dos personagens, quem fez parte do projeto, como o jogo foi recebido, como foi o caminho até a publicação e outros elementos relativos ao jogo em questão.

Resumindo, compartilha os altos e baixos por trás do “glamour” de lançar um game independente, sem intermediários. Evidenciando as dificuldades que os GameDevs da região Norte do Brasil sofrem para concluírem seus projetos de jogos eletrônicos.

Esse tipo de documento, na área de desenvolvimento de jogos, é conhecido como Post-Mortem.

A ideia veio como uma forma a oferecer informações complementares referentes aos episódios da vídeo-série que vem sendo publicada pelo BelJogos no canal do Youtube, #JogosParaenses – Análise / Review. 

Lá, os jogos são analisados de uma forma detalhada pelo também parceiro nesta jornada de imersão, o HISTÓRIA REVISTA.  Caso não conheça nossa websérie, clique aqui antes para conferir. =)

Seguem exemplos famosos de GameDev PostMortens:

Tudo o que foi (e será) publicado aqui, teve o consentimento dos desenvolvedores, que toparam externalizar essas informações para a grande rede mundial de computadores / smartphones / tablets e demais dispositivos digitais.

Aproveite a leitura! 😉

Clique nos banners para ler os Post-Mortem

Street Fighter 25th Anniversary Collection Set…..Indescritível

Não tem como descrever com palavras o que esta edição especial significa, logo o máximo que vou fazer é contar para vocês tudo o que vem nela de forma detalhada mais o vídeo mostrando para como ela é.

Bom, os jogos que vem nesta edição são:

– Street Fighter Alpha do PSOne

– Street Fighter Alpha 2 do PSOne

– Street Fighter Alpha 3 do PSOne

– Street Fighter Alpha 3 Max do PSP

– Street Fighter 3rd Strike Online + DLCs

– Street Fighter 2 Turbo HD Remix

– Street Fighter IV Arcade Edition + DLCs

– Street Fighter X Tekken + DLCs

São 194 itens para download contando com os avatares e o]s jogos listados acima. Além disso vem o documentário: “I Am Street Fighter” mais as animações: Street Fighter 2: The Animated Movie, Street Fighter IV: The Ties that Binds, Super Street Fighter IV OVA e a série ridícula que passou no SBT Street Fighter: The Animated Series. Lembrando que todas as animações vem somente com áudio e legendas em inglês.

Levando em consideração as animações no box, posso dizer que elas foram escolhidas por algum americano estúpido pois a única que presta de fato é o filme animado que inclusive, assisti dublado à muito tempo atrás, nos cinemas daqui. O documentário não tem como dizer que é ruim porque ele é muito bom, imperdível para qualquer fã de Street.

Vamos falar da estatueta, ela não é rica em detalhes mas a disposição em que colocaram o Ryu executando o shoryuken com as luzes acesas é de um valor estético sem igual, é maravilhosa.

O livro de tributo a série vem recheado de ilustraçoes de artistas de vários países e inclusive, tem a de um brasileiro, que por sinal é muito bacana.

Agora o charme mesmo dessa coleção são os discos com as trilhas sonoras dos principais jogos da série. As trilhas se dividem em: Street Fighter, Street Fighter 2 turbo, Street fighter 3 3rd Strike, Street Fighter Alpha 3, Street Fighter IV, Street Fighter X Tekken, Mixes feitos por fãs e Músicas originais feitas por fãs. São 11 discos no total é são todos, espetacularmente todos muito bons.

Por fim, Temos a faixa preta do Ryu que ficou muito bem feito e serve, caso você faça alguma arte marcial que possa utilizar a faixa.

Sem mais demora, fiquem com o vídeo desta pessoa que vos escreve abrindo essa preciosidade.

Final Fight Double Impact…O Clássico no Lixo

 

O título é lindo mas o jogo...

Fala galera! hoje estou trazendo para vocês este antigo review para salvar mais algumas pessoas do jogo Final Fight Double Impact que todos esperavam que fosse ficar uma beleza de lindo mas que terminou ficando uma beleza de tosco. “Como assim?” vocês devem estar se perguntando pois então continuem lendo para saber os motivos deste ter sido um dos maiores fracassos da Capcom em termos de remake mas que ninguém conseguiu admitir.

O jogo foi lançado neste mês de abril para XBox Live e Playstation Network e desde que foi anunciado, vem sendo esperado por muitos fans. Para vocês terem uma idéia, minha namorada comprou um cartão da PSN pelo ML só para poder jogar o Final Fight no lançamento.

Outro detalhe sobre este lançamento é o nome Double Impact, que não quer dizer novidade e sim que Final Fight vem junto com o antigo Magic Sword onde você é um guerreiro que sai limando todo mundo pela frente até chegar no topo da torre para arrebentar com o último chefe e fazer sua escolha pelo bem ou mau.

Bom, vamos ao jogo. De cara a interface é bem bacana, um arcade dentro de um cenário todo detonado que lembra os cenários de Final Fight. Neste cenário você pode ver de longe o arcade original do jogo, passando as imagens e ainda escutar o som do jogo rolando enquanto faz suas configurações. Nesta hora, temos a opção de trocar de jogo e damos de cara com um local logo atrás de Final Fight, só que agora caracterizando o ambiente de Magic Sword e com o arcade original do mesmo.

Os gabinetes virtuais de Final Fight e Magic Sword

 

Dentro das as opções de modo de jogo para ambos, temos a opção cabinet onde você pode jogar vendo uma parte do arcade e a tela do jogo (pessoalmente está é a melhor), centralizada, com zoom e em widescreen (sem dúvida a pior). Quanto a melhoria gráfica, você tem a disposição os modos arcade, clássico, suavizado e com contraste e formas mais marcadas (crisp).

Na ordem: Arcade, Clássico, Suavizado e Crisp

 

O jogo continua o bom e velho Final Fight que todos adoramos ou seja, nada foi tirado ou acrescentado. A jogabilidade continua a mesma inclusive os mesmos macetes velhos de guerra funcionam que é uma beleza.

Esse desenho foi triste

Os Acréscimos neste “remake” foram: o modo online “Join in”, onde você pode entrar em qualquer jogo como se estivesse colocando uma ficha num arcade; o multiplayer e a seção do cofre (vault), onde você destrava uma série de ilustrações, imagens, páginas do quadrinho do Final Fight feitas pelo estúdio Udon e até mesmo um episódio especial com a galera do Final Fight em um antigo desenho do Street Fighter que passava no SBT.

 

Fora isso, de novo não tem mais nada e ainda tem mais, na versão para PS3 a empresa que produziu o jogo anulou a possibilidade de quem compra o jogo poder compartilhar e caso você o faça, o jogo fica bloqueado por 24 horas depois que alguém que compartilhou jogou. Conclusão, galera que gosta de fazer vaquinha ou comprar no ML, nem tentem porque é barca furada. A Capcom já apareceu para pedir desculpas por essa grande bobagem mas não confirmou se vai ou não corrigir esta grande bobagem. Os coitados estão pensando que não estão vendendo porque a galera está se reunindo para comprar e não porque os remakes deles estão decaindo.

Finalizando, o jogo é o bom mas convenhamos, quando você vende um conceito de remake e no fim aparece com a mesma coisa, é uma falha. Não precisa mudar o jogo mas dar uma guaribada no visual é fundamental nessas horas. Isso decepcionou muitos que estavam loucos pelo remake desse jogo mas também existem os cegos que preferem assim. E eu só tenho uma coisa para falar pra esses, joguem o emulador então que é bem melhor ou comprem um arcade do Final Fight.

Alguns bons exemplos de excelentes remakes são o Turtles in Time, que ficou uma beleza e preservou toda a jogabilidade; Prince of Persia, foi transformado em um 2,5D mas continuou com tudo como foi deixado no primeirão que saiu; After Burner Climax; 1942 ficou fantástico e o Sparkster ou Rocket Knight.

Dragons Lair Trilogy – Um exemplo de relançamento

Dirk esta de volta

Fala Galera, bom para falar desse relançamento para o Wii temos que olhar para sua primeira versão nos Arcades no ano de 1983. Foi o primeiro jogo lançado em Laser Disc e com os desenhos do Ex funcionário da Disney Dan Bluth fez com que Dragons Lair vencesse a barreira da crise que se abateu no mundo dos games na década de 80 e foi um dos Arcades mais jogados naquele período devido aos seus gráficos/animações.

Este também foi o primeiro jogo que mostrou o elemento Quick Time Event, o qual dá ao jogador o controle sobre o personagem enquanto o mesmo esta dentro de uma cutscene. Hoje nós podemos ver este elemento dentro de diversos jogos combinados com outro tipo de jogabilidade mas como Dragons Lair era um desenho animado, o jogo inteiro se baseou em Quick Time Events.

É muito difícil analisar um clássico como esse mas o fato de que a Digital Leisure fez um trabalho tão bom neste relançamento nos dá vários bons motivos e fatos para isso.

Graficamente o jogo é mesmo de quando foi lançado só contando mesmo com o melhoramento do jogo para a qualidade de exibição  que contamos atualmente. Ou seja, o jogo foi completamente remasterizado e distribuido nas versões standard e widescreen. O que chama realmente a atenção é a interface para o conjuntos de jogos. Na tela de entrada você verá um display de Dirk, o Bravo e quando você aperta o botão para começar, é levado para um espaço contendo os modelos em 3d das máquinas originais de cada jogo: O Dragons Lair, Dragons Dragons lair 2: Time Warp e Space Ace. Tudo isso com um excelente acabamento gráfico.

As telas de início, das máquinas e as opções do jogo escolhido

 

A história dos três jogos é basicamente a mesma: Fazer com que o héroi resgate sua princesa. O legal é que ambos os heróis são, apesar de aparentarem uma postura de super-heróis, são patetas e bem medrosos. Ou seja, são muitas situações em que eles escapam por muito pouco da morte e ainda de formas não muito inteligentes ou heróicas.

O áudio esta impecável, os efeitos sonoros são ótimos e as músicas também são excelentes pois dão ritmo ao jogo e impulsionam o jogador a seguir em frente mesmo quando a morte bate a porta de Dirk, o que não é muito raro de acontecer com qualquer tipo de player.

Algumas das muitas cenas de Dirk quando abraça a morte

 

A jogabilidade, apesar de centrar-se em apertar os botões nos momentos exatos, é boa pois o jogador tem uma série de opções de jogo. Você pode deixar o jogo igualzinho como era no original, ligar a opção para mostrar os ícones de cada botão quando forem necessários ou deixar os gráficos dos botões permanentes na tela e apertar quando um deles brilharem. Outra opção que é dada para o jogador é de jogar a campanha original, que contém menos cenas e é bem mais rápida, ou de jogar a versão extendida ou caseira que contém todas cenas e ainda finais alternativos. Quanto ao nível de dificuldade, o jogador pode escolher sempre entre dois: fácil ou difícil. Vou ser sincero com vocês, a única coisa que muda entre os níveis é a velocidade com que você tem que apertar o botão no momento certo, fora isso, mais anda. Outra cosia que o jogador pode escolher é de assistir na integra todo o desenho e identificar os momentos corretos em que terá de pressionar o botão e depois jogar ou simplesmente para ver a animação deste ótimo artista.

Uma das formas de jogar disponível para todos os três títulos

 

A taxa de replay é muito relativa, pois depende demais de cada um. Como os três jogos são bem rápidos de se terminar e ainda contam com apenas uma forma de se jogar, o replay é infelizmente muito baixo para muitos jogadores. Somente os jogadores que gostam de ter em mãos os clássicos para jogarem de vez em quando é que irão jogar diversas vezes os três jogos.

Concluindo, este jogo foi feito para poucos hoje em dia mas na sua época foi um fenômeno poderoso que conseguiu se sustentar durante uma grande crise da indústria de games e ainda estabeleceu um elemento de gameplay que até hoje é utilizado em muitos jogos. Por esta razão, deixarei este jogo sem uma média pois a mesma seria injusta tanto para aqueles que conhecem e gostam quanto para aqueles que não conhecem mas que, quando fossem jogar, iriam odiar. Por este motivo que deixarei um vídeo com um pouquinho do gameplay para que todos possam tirar suas conclusões sobre este grande clássico.

Para conhecer mais sobre este jogo olhem nestes links:

Wikipedia

Digital Leisure

Sonic 4…só um cego diz que é bom

Olá pessoal, desculpem pelo título caso alguém tenha gostado desse jogo mas lamento informar que este é um belo exemplo de jogo mal feito.

até o Sonic diz não para esse jogo

 

Se decepção matasse eu teria morrido no momento em que comecei a primeira fase desse lixo. Muitos devem estar se perguntando: “Como que esse retardado tá falando mal de algo que muitos falaram bem e o jogo até bateu recorde de vendas?”. Eu explico pessoal, o primeiro elemento que faz Sonic4 ser uma porcaria é quando você identifica a diferença de detalhes do cenário para o porco-espinho. A diferença é gritante na quantidade de tons que existem no cenário e no modelo 3d do sonic, é terrível, parece que o Sonic foi colado no cenário. Outra característica que reforça ainda mais o que eu digo é quando você começa a andar com o sonic, literalmente o pé de Sonic atravessa o cenário. Muitos pensam o seguinte quando vêem isso: ” Que cara otário, é que nem os jogos onde você saia batendo nos inimigos, o cenário é meio inclinado. Bom eu digo para vocês que é bem diferente pois o princípio funciona desta forma: Caso o cenário fosse um pouco inclinado, sempre iriamos ver uma parte do topo do resto do cenário devido a perspectiva e galera não é isso que acontece como vocês podem ver nas fotos. O pior é quando você deixa o Sonic parado por um tempo e ele se deita no chão, dá para ver ele deitado no brilho do cenário e não no topo. Para finalizar com a parte gráfica, caso alguém duvide, deixe o Sonic parado e ele ficará acima do brilho e sobre o chão.

A linha vermelha marca o topo do cenário

 

Uma característica que sempre marcou os bons jogos do Sonic foi o áudio fomado pelas músicas que hoje estão presentes no Video Games Live e nos efeitos sonoros que até hoje estão na mente dos que jogaram Sonic. Quanto aos efeitos sonoros o jogo esta OK, ou seja, estragaram as músicas. As músicas das fases estão terríveis, no primeiro momento as músicas não incomodam tanto mas no decorrer do jogo as músicas passam a incomodar muito pois não acompanham o ritmo do jogo. As músicas simplesmente passam a impressão de que tudo foi feito as pressas sem um pingo de respeito pelos fãs que aguardavam tanto este jogo.

Por favor preciso de algo para me ajudar a correr

A jogabildiade é a mesma velha conhecida dos que já jogaram outros Sonics a única diferença é quanto a velocidade.

Muitos estão reclamando da física mas o problema não é esse de fato porque a física esta ok, o problema mesmo se encontra na falta de velocidade que acaba dando a impressão de que a física é falha. O Sonic sempre precisou doambiente para ganhar velocidade mas nesse jogo o deixaram completamente dependente de tudo ao seu redor. Você precisa recorrer as molas, tuneis, loopings, inimigos, cordas que balançam e todo o resto para poder ganhar um bom impulso porque se não você vai acabar jogando com um lesma. Nem parece o mesmo porco espinho que conseguia ganhar um bom impulso bastando alguns passos. Fora esse detalhe a jogabilidade é a mesma, sem tirar nem por.

Bom, não existe história para esse jogo pois ele se baseia no esquema de ranking, ou seja, sua colocação no ranking Online depende diretamente de sua pontuação em cada fase. Para quem gosta de ranking é um prato cheio agora para quem busca, nem que seja pelo menos salvar uma penca de animais das garras do Dr Robotinic e pegar todas esmeraldas, sinto muito mas este jogo não é para vocês.

Desculpe Robotinik mas você é só de enfeite nesse Sonic

 

O replay do jogo se sustenta no simples fato de que Sonic 4 dá aos jogadores a possibilidade de tentarem várias vezes diminuir o tempo de fechamento das fases para subirem no ranking. Outra forma de replay são os troféus e achievements disponíveis no PS3 e no 360 mas se você não liga para isso e nem para fazer speedruns, este jogo definitivamente não tem replay para você.

Para finalizar vamos as notas de cada quesito: Gráficos merecem um 4, o Áudio merece um 3 por preservarem os efeitos sonoros, jogabilidade 7, História 2, Replay 6. No total o jogo ganhou nota 6,4 o que só reflete sua jogabilidade e sua taxa  de replay com as devidas condições apontadas no review. Contudo, caros fãs de Sonic, não chorem pois Sonic Colors, ao contrário do que muuuuuuitos babacas falam, é perfeito.

Sonic você não conseguiu desta vez

Abraço a todos e até a próxima.

Metroid Other M – O Retorno de uma Lenda

Samus esta de volta

Fala galera, para começar com esse review tenho que deixar bem claro os critérios que utilizo para que seja algo bem imparcial, ou seja, extremamente técnico sem colocar minha opinião em cima do jogo. Os critérios são: Gráficos, Roteiro, Gameplay e Áudio. No fim do review teremos uma média e ai depois é com vocês de jogar ou não essa bagaça.

Bom, como qualquer fã de jogo no estilo plataforma, já estava pirando para colocar novamente as mãos em Samus Aran, OPAAAAA!!!! Ahn, ahn, voltando ao assunto, Cronologicamente o jogo se passa logo depois de um dos melhores jogos para Super Nintendo, o Super Metroid e explora o tempo em que Samus esteve alistada na Federação Galáctica e logo depois saiu para se tornar uma caçadora de recompensas.

Não sei quantos já leram os mangás gratuitos liberados pela editora Kodansha, mas desde criança, Samus foi treinada pelos Chozo para ser uma guerreira, criaturas responsáveis tanto pela armadura de Samus quanto pela criação dos famigerados Metroids. Muitos devem estar se perguntando agora: “Pra que esse retardado ta lembrando disso?”, para tudo existe uma resposta e isso serve para lembrarmos que Samus não deve ter nem 30 anos mas que um monte de mané reclamou que sua voz, que pela primeira vez foi ouvida por todos, parece de uma jovem e não de uma mulher adulta, só que ela não é uma mulher adulta e sim uma adolescente.

Outra coisa que criticaram foi quanto Samus estar mais submissa e a história ser toda narrada por ela. Eu não entendo mas parece que nínguém jogou o Metroid Fusion, onde Samus narra toda a história, obviamente sem uma voz e que é completamente submissa ao comandante da Federação Galáctica. Terminadas as considerações que muitos manés se esqueceram de lembrar quando fizeram o review deste jogo, vamos ao que interessa.

Roteiro
O roteiro de Other M possui conexões com seu antecessor e com seu sucessor, Metroid Fusion, muito bem feitas eelaboradas mas a história deste jogo é mediana com muitos altos e baixos e extremamente previsível para qualquer pessoa que goste um pouquinho de cinema, quadrinho, literatura e se além de tudo isso ainda jogar ai que fica

previsível mesmo. Contudo,  a história consegue sustentar o jogo pois quando o passado de Samus da o ar de sua graça o jogo ganha solidez e garante sua continuidade. Não da para falar muito sobre a história se não vai ser um grande spoiler na certa então é melhor jogarem mas no geral é isso e a nota para esse quesito fica em 7 de 10.

Gráficos
Para o Wii os gráficos estão excelentes mesmo com um monte de mané dizendo que queria que as texturas tivessem uma resolução maior mas que não entendem que se a resolução fosse maior, não daria para colocar os normal maps (Google ai galera) para deixar o jogo mais detalhado e sem carregar na quantidade de polígonos (de novo Google) para que o jogo continuasse leve e rápido. As cinemáticas estão impressionantes e as transições delas para o jogo ficaram perfeitas. Sem falar nastransições entre os modos de jogo, quando vocês ta em 3ª pessoa e muda para primeira ou passa para a Shoulder Cam (câmera nos ombros a la Gears of War), os elementos não perdem detalhe e nem velocidade, ficou incrível o que é resultado do uso de  um excelente alorítmo de LOD (Level of Detail, GOOGLE!) pela Team Ninja, Desenvolvedora do jogo. Contudo, como nada é perfeito, o wii não possui um bom anti-aliasing (Haja Google mano) e o jogo acaba ficando muito serrilhado e nem mesmo com um bom mipmapping (opa de novo google ai) para as texturas o jogo se salva disso. No geral os gráficos merecem uma nota 8 de 10.

Esta é a qualidade das CGS do jogo

Gameplay
O jogo é uma mistura de tudo que a galera já teve de experiência com Samus, que vai desde o estilo plataforma, passando pela primeira pessoa, com a novidade da camêra nos ombros, que so acontece em lugares fechados, e do adventure estilo Zelda pós Ocarina of Time e outros. A mira de samus em 3ª pessoa é automática o que facilita bastante para eliminar os monstros e outros obstáculos e na primeira pessoa você pode também detonar a galera porque a mira ta excelente, pode usar os mísseis, identificar itens e objetos ou qualquer coisa importante para o desenrolar da história.
Muitas vezes, você tem que alternar entre as duas visões para detonar monstros e passar de certos pontos e isto pode ser feito sem nenhuma dificuldade ao contrário do que muitos disseram por ai. Só o que tenho a dizer para essas pessoas é que infelizmente vocês não possuem coorrdenação motora logo, sentem dificuldade neste ponto.
Outra adição ao jogo foi o Killing Move onde, caso o monstro esteja caído, você pode aproximar Samus para que ela arrebente com o indivíduo com classe e estilo. Além desse movimento, Samus também pode se esquivar de qualquer coisa fazendo acrobácias quando você aperta o direcional no momento certo.

ShoulderCam, Terceira pessoa, Plataforma, MorphBall e Primeira pessoa

Uma das caraterísticas do jogo que foi cortada pela metade foi a busca do jogador pelos upgrades da armadura de Samus pois agora ela precisa de uma permissão para utilizar uma determinada arma. Isto no ponto de vista de jogo, é uma perda pois uma das graças do jogo era conseguir todos os upgrades e se gabar no final mas no ponto de vista da coerência, é mais verossímil desta forma do que achar um Charge Beam ou Ice Beam que sirvam direitinho numa armadura única jogados por ai. Porém a busca por mais barras de vida e maior quantidade de mísseis continua e isso acaba dando um gás maior ao jogo.
A dificuldade não esta tão absurda para quem já terminou God of War no Titan ou o Ninja Gaiden Sigma no hard mas para jogadores de fim de semana está pauleira e pode garantir uma quantidade considerável de continues. Para quem gosta de jogar o controle longe e xingar todo mundo que criou o jogo, basta termina-lo uma

Character Concept de Samus

vez para jogar no nível mais difícil onde você contará somente com 10 mísseis e uma barra de life e mais nenhum upgrade para ambos. Infelizmente, mesmo com tudo isso, o replay do jogo é zero porque terminar o jogo em 100% é fácil e o que você recebe em troca é apenas uma galeria de imagens de produção e as cenas do jogo organizadas como se fossem um filme, intercalando algumas cenas do jogo com as Cutscenes. Tudo é bacana, mas como é fácil de conseguir você não vai perder tanto tempo nisso e vai acabar ficando com gosto de quero mais e por este motivo o jogo recebe uma nota 8 de 10.

Áudio
O áudio deste jogo da série esta impecável, todos os sons foram refeitos e melhorados. A trilha sonora é a mesma clássica que nós todos conhecemos mais algumas novas para a saga e a ambientação esta perfeita, passando suspense e ação na dose exata para quem tá jogando. Além disso, a qualidade do som ficou impecável o que é uma pena não poderem ter forçado um pouco mais caso fosse um console com um poder um pouco mais elevado. Enfim o áudio merece uma nota 10 de 10.

Finalizando, o jogo ficou muito bom mas que acaba deixando todo mundo com um gosto de quero mais muito forte e que acaba não sustentando isso devido sua taxa zero de replay. Espero que lancem mais um jogo do Metroid neste mesmo estilo para o Wii o mais breve possível e bem mais longo que esse. A nota final para este novo Metroid ficou em 8,3.

É isso ae galera e até o próximo review que espero será de Castlevania: Lords of Shadow